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Gestão de crise com humor

Sumário

Como o KFC virou piada e case de sucesso ao mesmo tempo

O KFC viveu o pesadelo de qualquer marca de comida: ficou sem frango. Agora imagina o tamanho do drama… E a oportunidade escondida nisso.

Surpreendentemente, o que poderia ter sido um desastre épico se transformou em um baita exemplo de gestão de crise com humor.

Eles usaram sinceridade, coragem e uma boa dose de zoeira para reverter a situação. E ensinaram um truque de ouro: rir antes que o mundo ria de você.

Quando o caos bate à porta (e leva o frango junto)

Tudo começou com uma troca de fornecedor. Parece simples, mas não foi. Resultado? Lojas fechadas, clientes indignados, redes sociais em chamas.

Teve gente ligando pra polícia. Literalmente. O caos virou meme.

Mas o KFC não chorou no canto. Muito pelo contrário. Usou isso como palco pra mostrar o que é ter uma marca com personalidade.

Então, nasceu o que hoje é lembrado como um incrível exemplo de gestão de crise com humor.

FCK: o anúncio que virou aula de branding

Pra virar o jogo, eles criaram um anúncio com um balde de frango rebatizado: FCK.

Sim. Uma sigla que dizia tudo sem dizer nada. Um palavrão velado. Uma piada bem encaixada.

E o mais louco? Funcionou!

Então, as pessoas compartilharam. Riram. Se conectaram com a marca. E entenderam que ali tinha verdade, não só publicidade.

Esse movimento virou case. E entrou pra lista de todo bom artigo sobre exemplo de gestão de crise com humor.

O que sua marca faria no lugar?

Agora a pergunta que vale mais que um combo de frango: se fosse a sua empresa nessa roubada, o que você faria?

Ficaria em silêncio? Então, postaria uma notinha fria de esclarecimento? Chamaria o jurídico?

Ou você teria coragem de rir de si mesmo? De se mostrar humano? De criar empatia no meio do caos?

Porque não basta fazer piada. É preciso ter lastro. Ter branding. Ter gente real por trás da marca.

A lição pro empreendedor: rir dá lucro

O KFC não resolveu o problema com frango. Mas resolveu o problema com gente.

Humor bem dosado vira ponte. Aproxima. Cura a vergonha alheia. Traz respeito.

Esse exemplo de gestão de crise com humor mostra que o branding não é sobre o que a marca diz. Mas sobre como ela se comporta quando tudo desaba.

Então fica a dica: na próxima crise, respira. E se for possível, ria.

Foto de Hary Zacharias
Hary Zacharias
Metade criatividade, metade cérebro analítico de marketing. Depois de 20 anos na moda (e colecionando troféus pelo caminho), Hary trocou as passarelas pelos funis de venda e hoje orquestra as grandes jogadas da Nove. É quem transforma dados em planos, tendências em ação e cafés em insights. Se existe oportunidade escondida no mercado, ela enxerga primeiro – e faz acontecer antes do próximo café esfriar.
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