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Operator da OpenAI, o agente de AI que vai revolucionar sua rotina

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Já imaginou a inteligência artificial literalmente trabalhando por você? Pois é, a OpenAI acaba de anunciar o Operator, um agente de AI que eleva o conceito de produtividade a outro nível. Não estamos falando só de assistentes virtuais dando sugestões — o Operator pode abrir abas no navegador, fazer pesquisas, clicar, digitar, e até finalizar compras online. Tudo isso em segundos.

O segredo?

Ele combina os superpoderes visuais do GPT-4 com um raciocínio avançado desenvolvido por aprendizado por reforço. Em resumo: a tecnologia agora faz aquele trabalho chato de buscar a melhor hospedagem, chamar um Uber ou organizar compras online enquanto você relaxa. Ficou curioso? Só clicar e ver como funciona.

Por que isso importa?

Se a AI já era uma aliada no dia a dia, agora ela está pronta para assumir o volante. Segundo Sam Altman, CEO da OpenAI, agentes como o Operator serão “o próximo grande avanço” na inteligência artificial. E não é só a OpenAI que pensa assim: gigantes como Salesforce e Microsoft também estão entrando de cabeça nesse mercado promissor.

Portanto, os números não deixam dúvidas: o mercado de agentes de AI movimentou impressionantes US$ 190 bilhões em 2023, e a projeção para o mercado de Gen AI é atingir US$ 63 bilhões até 2025.

E sobre o futuro?

Mesmo com o Operator roubando os holofotes, a OpenAI mantém um olho no longo prazo. O projeto Stargate, com um investimento de US$ 500 bilhões, promete transformar os Estados Unidos na vanguarda da reindustrialização via AI. Mais uma prova de que a inteligência artificial veio para ficar — e moldar o futuro.

O que vem depois?

Se o Operator já está transformando nossa relação com a tecnologia, só podemos imaginar o que virá a seguir. Uma coisa é certa: a AI não é mais o futuro, ela é o presente. Então, prepare-se — o trabalho chato é da IA, e o mundo está ficando cada vez mais eficiente.

Foto de Arthur Zacharias
Arthur Zacharias
A prova de que genética e algoritmo combinam. Arthur é o cérebro tech da operação: comanda códigos, integrações e agentes de IA que fazem o trabalho pesado enquanto todo mundo dorme (ou grava Reels). Entende a lógica por trás das máquinas. Quando não está ajustando um webhook, está testando a próxima automação que vai economizar horas de tarefa manual – sempre com aquele brilho geek nos olhos.
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